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COMUNIDADE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Endereço: Av. Otávio Braga de Mesquita, 871 – Vila Fátima
Missas Dominicais: às 7h30, às 11h e às 19h00
Missas da Semana: Sexta às 7h30 – Quarta às 19h30

COMUNIDADE SÃO FRANCISCO
Endereço: Rua Síria, 384 – Jardim São Francisco
Missas: Sábado às 19h00 e 4ª terça-feira às 19h30

COMUNIDADE SÃO LUCAS
Endereço: Rua Ana Coelho da Silveira, 226 - Jardim Ipanema
Missa Dominical: às 9h15, exceto aos 4º domingos às 17h30
Missas da Semana: 2ª terça-feira às 19h30

COMUNIDADE SÃO PAULO APÓSTOLO
Endereço: Rua Fonte Boa, 173 – Vila Barros
Missa Dominical: às 9h15
Missas da Semana: 2° quinta-feira do mês nos setores da comunidade


pastoral

O ECC foi idealizado pelo Padre Alfonso Pastore em abril de 1970 para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.

 

 

A 1ª etapa é o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento. Esta etapa visa principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da espiritualidade conjugal, familiar e apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da nossa paróquia a atuar em seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós- Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraternal nas paróquias como grande apelo, a grande missão do ECC.

 

A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos: a Doação, a Pobreza, a Simplicidade, a Alegria e a Oração. Juntam-se a estes valores a Fraternidade, a Gratuidade e a Missionaridade.

 

Este ano, o 6º ECC da Paróquia Nossa Senhora de Fátima realizar-se-á nos dias 31 de Agosto e 1º e 2 de Setembro, e todos os casais que ainda não vivenciaram este momento único sintam-se convidados a estar conosco para encontrarmos Jesus Cristo concretamente.

 

Inscrições – Procure por um representante do ECC em nossas missas ou ligue para o casal fichas Odair e Carmelita através do número 96723-3066.

 

Estamos ansiosos esperando por vocês! Venham fazer parte dessa família!

 

“Queridas famílias, como bem sabeis, a verdadeira alegria que se experimenta na família não é algo superficial, não vem das coisas, das circunstâncias favoráveis e na base deste sentimento de alegria profunda está a presença de Deus”! (Papa Francisco)

Eduardo – Pascom

A missão da Pastoral Familiar é a defesa e promoção da pessoa em todas as etapas e circunstâncias da vida e a defesa dos valores cristãos para o matrimônio e os relacionamentos pessoais e familiares.

 

 

Entre os dias 12 e 18 de agosto de 2018 será celebrada em todo o Brasil a Semana Nacional da Família, evento promovido pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, que tem como tema “O Evangelho da Família, alegria para o mundo”, mesmo tema do IX Encontro Mundial das Famílias com o Papa Francisco, que acontece em Dublim, Irlanda, em agosto. Portanto, devemos nos preparar para viver intensamente a alegria que os eventos proporcionarão.

 

Segundo Pe. Jorge Filho, Assessor Nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, cada cristão batizado precisa esforçar-se para ser no mundo um evangelizador e transmissor das mensagens contidas no evangelho. ” Motivados pelo tema do IX Encontro Mundial das Famílias, queremos, juntos com o Papa, nos empenhar para anunciarmos o Evangelho da Família que deve ser a alegria para o mundo”.

 

Evento realizado anualmente e que já faz parte do calendário de milhares de paróquias do país, a Semana Nacional da Família foi realizada pela primeira vez como resposta ao desejo de se fazer algo em defesa, promoção e valorização da família. Para isso, foi escolhida a semana seguinte ao dia dos pais, no mês de agosto, com a proposta da Pastoral Familiar de articular-se com todas as demais pastorais da Igreja no sentido de evangelizar as famílias.

 

No mês de agosto a Pastoral Familiar da Paróquia Nossa de Fátima organiza a semana da família, que este ano será baseado no livro “Hora da Família, O Evangelho da Família, alegria para o mundo.

 

A Paróquia N. S. de Fátima juntamente com a Pastoral Familiar, convida a todos para Festa das Famílias, que acontecerá no dia 25 de agosto das 13 ás 18h, no estacionamento da paróquia. A festa contará com uma equipe de animação altamente brincalhona e preparada para te fazer sorrir, e com uma equipe de cozinha que colocará a mão na massa para preparar lanchinhos e bebidas para todos. Para que a festa fique ainda mais divertida, vá com a sua fantasia.

Pastoral Familiar

O que é? A Pastoral da Juventude nasceu durante a década de 70 por iniciativa da CNBB, iluminada pela Teologia da Libertação, fruto da Ação Católica Especializada, acontecida nas décadas anteriores.

 

 

É a ação organizada dos jovens que são Igreja junto com seus pastores e com toda comunidade, para aprofundar a vivência de sua fé e evangelizar outros jovens, com opção evangélica preferencial e consciente por aqueles das classes populares e pelos marginalizados, em vista da construção de um mundo mais fraterno e justo.

 

A Pastoral da Juventude não é um movimento que busca uma espiritualidade intimista e individualista; busca a vivência de um Evangelho que liberta e atua nas estruturas políticas e sociais injustas e desumanas.

 

A Pastoral da Juventude tem como missão:

 

– Organizar a ação pastoral a partir e junto à juventude;

– Fortalecer a Igreja libertadora, a partir da experiência do Cristo Ressuscitado;

– Possibilitar o crescimento e o aprofundamento da fé para uma maior comunhão com Deus, com as pessoas e com o universo;
– Garantir espaços de vivência em pequenos grupos, onde possam partilhar alegrias e angústias e esperanças, reflexão e ação, oração e celebração, e tudo o que são e querem ser;

– Reafirmar a opção profética e transformadora pelos jovens e empobrecidos, colocando-se a serviço de uma nova sociedade;
– Criar espaços de participação da juventude na Igreja e na sociedade, percebendo meios eficazes para o exercício da cidadania e o despertar da militância;
– Contribuir para que os jovens se tornem protagonistas da construção da civilização do amor, sinal profético do Reino definitivo e de esperança para a juventude na promoção da vida.

 

No mundo globalizado, o jovem se depara co uma série de distrações e interesses que se apresentam a ele de forma desordenada, que está cada vez mais fácil de ser influenciado pelo imediatismo e superficialidade. Nesse contexto, o envolvimento dos jovens com a pastoral e com o compromisso da construção do Reino se torna cada vez mais difícil e necessário. Os desafios  enfrentados pela Pastoral da Juventude não são poucos, mas podemos destacar:

 

– A redução dos espaços em que precisa se faze presença, acarretando na falta de interesse e conhecimento dos jovens sobre a riqueza que é o trabalho da pastoral;

– O compromisso dos jovens dentro dos próprios grupos de base;

– O reconhecimento de que a Pastoral da Juventude é um organismo estruturado e organizado que trabalha de acordo com diretrizes e metodologias, e que visa um objetivo muito além do que apenas ser um grupo de jovens;

– O reconhecimento de que a Pastoral da Juventude é uma pastoral social e que não está ligado somente à catequese;

– Além das tentativas incessantes de se calar a voz da juventude e da Pastoral tais quais elas são.

 

HOJE SOMOS RESISTÊNCIA E A PASTORAL DA JUVENTUDE NÃO SE CALARÁ!

O Papa Francisco, em um pronunciamento, condenou os males das fake news e pediu que todos estejamos
atentos para não sermos manipulados por elas.

Todos os dias, recebemos inúmeras notícias pelas redes sociais, notícias essas que falam sobre saúde, religião, política, educação etc. A primeira coisa que nos vem em mente é compartilhar com entes queridos, ou até em grupos, para que o maior número de pessoas fique sabendo daquela novidade. O problema é que muitas vezes as notícias podem ser falsas.

As notícias falsas são uma maneira de manipular a opinião pública a favor ou contra algo ou alguém. Para não sermos controlados, devemos tomar algumas medidas simples de segurança, como:

 

  • Analise se o site no qual foi publicada a notícia tem boa reputação, se for um site desconhecido, desconfie;
  • Confira datas e imagens da notícia, se notar algo estranho, desconfie;
  • Muitas vezes essas notícias falsas são geradas por sites de humor, como uma brincadeira, então se você ficar sabendo que determinado site é conhecido por fazer paródias, desconfie;
  • Se você receber uma notícia por whatsapp e não tiver um site indicado para consultar a sua veracidade, pesquise na internet a notícia. Se for real, outros meios noticiarão o mesmo, se for mentira, você não encontrará em outras fontes.

 

Antes de compartilhar qualquer notícia, tenha certeza de que é algo verdadeiro, contribuindo assim
para a “educação para a verdade”, como disse o Papa Francisco.

 

 

Pascom – Pastoral da Comunicação

COMEMORAÇÃO DOS MEUS 30 ANOS DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL, E DE MEUS 25 ANOS DE SERVIÇO PASTORAL À PAROQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, VILA FÁTIMA – CELEBRAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS
“Ó SENHOR EU CANTAREI ETERNAMENTE O VOSSO AMOR” (Sl 89,2)

 

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Notícia aos pobres” (Lc 4,18). Esse é o lema que eu escolhi para animar, e para inspirar minha vida sacerdotal. De fato ao longo desses 30 anos de ministério sacerdotal eu tenho me pautado por esse lema. Fui ungido sacerdote, pastor, e profeta. Sacerdote para presidir a celebração dos Sacramentos, tendo a Eucaristia como ápice, procurando santificar o amado povo de Deus. Pastor para animar, conduzir, cuidar, e presidir na fé, na esperança, e no amor as comunidades eclesiais confiadas a mim pela Igreja. Profeta para animar o povo de Deus na busca da justiça, na vivência dos valores do Reino, no anúncio da Palavra de Deus, e na denúncia das injustiças, e de tudo o que prejudica a vida das pessoas, principalmente dos mais pobres e marginalizados; profeta para consolar os tristes, desanimados, abatidos, e oprimidos; profeta para ser sinal de esperança de uma nova história, de uma vida nova e reconstruída na graça e no amor de Deus. Não posso deixar de mencionar que a comemoração dos meus 30 anos de ordenação sacerdotal, e de meus 25 anos na paróquia, acontece no Ano Nacional do Laicato. Quero sempre caminhar junto com os cristãos leigos e, leigas, os incentivando, e os animando a serem sal, luz, e fermento no mundo, testemunhando assim os valores do Reino de Deus, e construindo uma sociedade civilizada, sem os males da violência, e da injustiça.

 

Agradeço a Deus pelas maravilhas que ele realizou em mim e através de mim nesses 30 anos de sacerdócio, dos quais 5 anos vividos na Paróquia Santo Antônio, em Pimentas , e 25 anos vividos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Nesses 25 anos de serviço pastoral a esta paróquia procurei fazer uma caminhada com as comunidades, e as lideranças leigas na sinodalidade, na comunhão, e participação. Temos construído, juntos uma bonita história na caminhada evangelizadora, com espírito missionário, na vida das comunidades que compõem a paróquia Nossa Senhora de Fátima. Nesses 25 anos a serviço da paróquia tive mais alegrias que tristezas, enfrentei muitos desafios, e obstáculos, que foram vencidos pela graça de Deus e pelo apoio das comunidades. É claro que ainda temos desafios, e dificuldades a serem enfrentadas. Todas as conquistas adquiridas não foram só minhas, mas de todo povo de Deus caminheiro na paróquia. Peço perdão a Deus pelas minhas faltas, e fraquezas, e a todos os que por ventura eu tenha ofendido, magoado, ou escandalizado, peço perdão também de todo o coração. Muitas vezes errei, mas com uma vontade de acertar. Peço a Deus que tenha misericórdia de mim, bem como a todos os meus paroquianos.

Renovo meu compromisso de continuar doando minha vida por amor, a serviço de todos, como sacerdote, profeta, e pastor. Não deixem de rezar por mim. Com vocês eu tenho aprendido a ser sacerdote. Vocês são meus mestres. Continuemos juntos na missão, na comunhão, e na participação.

 

Que a Virgem Maria, de quem sou devoto seja sempre minha intercessora, protetora, modelo de vocação, e de fidelidade a Deus.

 

Bendito seja Deus pelos meus 30 anos de ordenação e vida sacerdotal.

 

Bendito seja Deus pelos meus 25 anos de serviço pastoral à paróquia Nossa Senhora de Fátima, como Pároco.

Padre Tarcísio.

A Igreja iniciou junto com a Festa de Cristo Rei, no último dia 26 de novembro, o Ano Nacional do Laicato, com o tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino” e com o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo”; os doze delegados que compõem a comissão do Laicato da Paróquia Nossa Senhora de Fátima marcaram presença nesse dia, o evento aconteceu no prédio da Antiga Philips. A iniciativa, de acordo com o Papa Francisco, deseja fazer crescer a consciência da identidade e da missão dos leigos e leigas na igreja.

 

 

Para vivenciar a proposta do Ano, a Comissão Especial para o Ano do Laicato preparou subsídios que contêm orientações metodológicas para as comunidades. Um deles é composto por orientações para os grupos de reflexão, e o outro por propostas de celebração.

 

O que é o ano do laicato?

 

Esse é o ano instituído pela CNBB para que meditemos e concentremos nossas reflexões sobre a importância da cooperação dos leigos para evangelização na atuação da Igreja no mundo. Os leigos têm papel importantíssimo para a evangelização, porque eles estão em lugares em que os padres, pelo número que são e pela função que às vezes exercem, não estão. Uma das funções do laicato é mostrar força e a presença da Fé Cristã Católica pelo mundo.

 

Qual a função do leigo na vida da Igreja?

 

Na vida da Igreja, o leigo tem um lugar especial porque ele é chamado a exercitar o sacerdócio comum recebido no batismo. No batismo, todos nós ouvimos de Cristo que fomos feitos sacerdotes, profetas e reis, e cada um, na vocação a que foi chamado, pode e deve exercer esse sacerdócio com a mesma profundidade, com o mesmo empenho missionário e também extraordinariamente com o mesmo efeito.

 

O leigo que atua a partir do sacerdócio comum na sua comunidade, sua família, seu local de trabalho estende a Igreja para além do culto, para além da reunião da assembleia. De modo que sem o leigo não conseguiríamos fazer a evangelização ser tão grandiosa como é. O fato da pessoa batizada assumir a grandeza de ter sido chamado a ser filho e filha de Deus é o que faz com que a Igreja se torne universal. Onde quer que esteja um leigo engajado que assume seu batismo, valoriza a fé que recebeu e que professa, aí também estará a Igreja.

 

Dom Severino Clasen afirma: ‘‘O Ano Nacional do Laicato nos empolga e fomenta em nós uma feliz e agradável expectativa, para juntos escutarmos o que diz o Espírito Santo aos nossos corações e assumirmos a ação transformadora na Igreja e no mundo.’’

Eduardo – Pascom

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Os membros da Pascom de nossa comunidade, em uma de suas reuniões, ao debaterem o que seria importante para a nossa comunidade, resolveram trazer para o Jornal Boa Notícia, artigos que contemplassem a ligação entre os pais e a educação escolar de seus filhos.

 

 

Já é hora, portanto, de avançarmos na reflexão da delicada relação escola-família. Pois bem, muitos pais se acham no direito de cobrar da instituição escolar atitudes educativas que ela considera dever da família, outros se manifestam totalmente contrários às posições da escola e que não entende como eles podem manter o filho na mesma.

 

Há um grande número de pais, notadamente entre os que matriculam os filhos em instituição particular, que acreditam poder exigir uma escola sob medida para seus filhos. Isso leva a pedidos ou exigências dos mais absurdos, como a troca de turma para o filho estar com amigos, troca de professor de sala ou de disciplina, maior ou menor quantidade de lição a ser feita em casa etc. Isso sem falar da relação pouco respeitosa que os pais mantêm com as regras de funcionamento da escola, tais como horário de chegada e de saída, datas e prazos, uso de uniforme, uso de telefone celular etc.

 

Por que tais solicitações são absurdas?

 

Porque a escola é o lugar de transição entre família e mundo em que os alunos aprendem, entre outras coisas, a viver sem escolher. Essa é uma das características da vida pública: não escolhemos os colegas com quem iremos trabalhar, as pessoas que estarão ao nosso lado no trânsito, as datas para pagar contas e tributos e as leis que temos de respeitar.

 

Precisamos nos lembrar sempre de que a escola tem o dever de preparar os mais novos para a cidadania. Por isso, demandas dos pais que privilegiam o âmbito privado não fazem sentido algum quando consideramos esse exercício que os filhos devem fazer ao frequentar a escola.

 

Esse aprendizado também tem sido dificultado pelo constatado declínio do trabalho educativo das famílias. Os alunos chegam à escola muitas vezes sem o processo básico de educação em curso. Mas, ao contrário do que muitos professores pensam, isso se deve pouco ao descaso ou à ausência dos pais e mais à nossa cultura que “juveniliza” os adultos. É que os jovens -não me refiro à idade cronológica- têm dificuldades de estabelecer relações educativas com os filhos.

Tal fato tem gerado muitas reclamações por parte da escola, porque os mestres, tanto quanto os pais, também estão submetidos a essa cultura. Uma coisa é certa: pais e professores têm objetivos comuns e precisam constantemente recordar que é a educação dos mais novos o foco de sua tarefa educativa. A maioria dos conflitos entre eles não considera esse ponto, e sim anseios próprios de cada um deles.

 

Enquanto tivermos pais aflitos com o que consideram sofrimento dos filhos na escola e em busca de soluções fáceis e escolas mais comprometidas com novas metodologias e com a busca de determinados perfis de alunos em vez de com o uso do rigor e da exigência para alcançar um ensino de qualidade, a relação entre ambos será, necessariamente, conflituosa e desastrosa. Quem perde são os mais novos, que deveriam nortear todo nosso trabalho.

 

Texto da Psicóloga Rosely Sayão adaptado por Eduardo Ferreira Abreu (Pascom)

Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor. Efésios 6:4

 

PASTORAL DA ESPERANÇA: A pastoral da esperança tem como missão ser presença amiga fraterna e solidária da Igreja junto àqueles que sofrem a dor do falecimento de um ente querido. O trabalho desta pastoral deve lembrar que a vida cristã não está limitada à realidade terrena, mas envolve esse tempo, esse lugar. A pastoral convida a todos para participarem desta obra de misericórdia levando conforto aos que sofrem. O agente da pastoral da esperança é mensageiro de fé, paz, esperança, e amor.

 

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Porque tem sentido uma Pastoral da Esperança? É por causa da fé na ressurreição que nossas preces pelos falecidos têm sentido. É pela fé na ressurreição que a pastoral faz “encomendação do corpo” colocando a pessoa falecida sobre a proteção de Deus.

 

SERVIÇOS DA PASTORAL DA ESPERANÇA:

– Celebrar as exéquias em nome da Igreja.
– Visitas às pessoas enlutadas (fazer um momento de oração com elas), levando conforto espiritual.
– Em alguns casos ter a presença de um agente da pastoral, no momento em que a pessoa recebe o anúncio da morte de um ente querido.
– Presença dos agentes da pastoral, na Missa de quarta-feira na Igreja Matriz da paróquia. Pode-se fazer uma escala, para que cada quarta-feira tenha dois agentes presentes.
– Entregar uma mensagem de conforto, e de esperança, para a pessoa enlutada.

 

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – VILA FÁTIMA – DIOCESE DE GUARULHOS – SP

CARTA ABERTA AO POVO DE DEUS DAS QUATRO COMUNIDADES QUE COMPÕEM A PARÓQUIA.

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A minha saudação fraterna em Cristo, a todos e a todas.

O objetivo dessa carta dirigida a vocês membros das Comunidades da Paróquia, é para refletir sobre a situação do dízimo e das coletas. Desde 2015, o dízimo e as coletas estacionaram em seus valores em todas as comunidades.  Com o desmembramento da paróquia, nossas receitas de entrada diminuíram 30%, mas as receitas de saída continuam as mesmas. Os gastos da paróquia aumentaram devido a reajustes em todas as áreas. Percebemos que muitos dizimistas não estão reajustando o seu dízimo de acordo com o aumento de seus rendimentos, outros não estão em dia com o dízimo, e tem também muitos membros das comunidades que não são dizimistas. Estamos conscientes da grave crise econômica de nosso país, e que devido a ela, muitos estão desempregados, e que isso também reflete na situação financeira da paróquia. Mas não podemos parar a vida da paróquia por causa da crise.

Conclamamos a todos e a todas que tiverem condições, de reajustarem, e de colocarem em dia o seu dízimo que o façam. E quem ainda não é dizimista, e tenha condições de ser, que procure os agentes da pastoral do dízimo para se inscreverem.

Queremos afirmar que não podemos ficar com valores de entrada do dízimo de 2017, com os mesmos valores de 2015, e 2016, senão como a paróquia vai se auto-sustentar?

A mesma realidade se aplica às coletas dominicais, pois houve uma queda de 30 a 40%.  Nossa situação financeira está chegando ao limite, e podemos afirmar que já estamos no amarelo. Por isso temos que fazer festas, bingos, rifas, etc. para reforçar as receitas de entrada. Queremos contar com o apoio e a compreensão de todos.

Essa situação diz respeito a todos nós que formamos a paróquia, pois somos corresponsáveis pela sua vida espiritual e material.

Queremos nesta carta, agradecer de coração a todos e a todas que tem colaborado com a paróquia, estando em dia com o seu dízimo, ajudando nas campanhas para as construções, nas festas e nas tantas promoções que são feitas. Desde 2008 que estamos realizando construções e reformas, devido às necessidades da paróquia. E não tem faltado o apoio de muitas pessoas generosas de coração. As obras de construção da Igreja São Paulo, na Vila Barros estão bem adiantas, e não podemos parar.

Ressaltamos também que não existem gastos desnecessários ou supérfluos na paróquia. Tudo o que se arrecada vai para o destino certo.

Na certeza de poder continuar contando com o apoio, e a compreensão de todos, os envio a benção de Deus, Pai, Filho, e Espírito Santo.

Padre Tarcísio Anatólio de Almeida, e equipe de finanças.

Tema: ‘‘300 anos de Aparecida e a Pastoral da Saúde no Brasil’’
Lema: ‘‘Maria mãe da vida, da saúde e da criação’’

‘‘ORAR COM OS PÉS’’

O encontro ocorrido no sábado 11/02, marcou os 31 anos de atividades da Pastoral comemorada dia 09 e celebrou o dia Mundial dos enfermos(dia 11). O objetivo foi reunir os agentes da Pastoral de todo o Brasil para uma elaboração conjunta dos 31 anos de serviço à sociedade da pastoral e dos 300 anos do encontro da imagem da Padroeira. Para o Bispo de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Saúde, Dom Roberto Francisco Ferreira Paz, o evento é uma experiência de evangelização e testemunho de Cristo o salvador compassivo, além disso, demonstra a unidade e a comunhão desta Pastoral tão atuante a serviço da população. Dom Roberto ressalta ainda que a Pastoral na Igreja e no testemunho do seu serviço tem o papel fundamental de acolher os irmãos enfermos e lutar por uma saúde pública digna e acessível. Neste mundo Maria a mãe da vida, da saúde e da criação, nos 300 anos do seu aparecimento, nos dê forças, nos anime e nos impulsione a fidelidade ao reino e no compromisso com os mais pobres, afirmou.

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Em 2017 a Pastoral tem como objetivo promover ações nos diversos projetos assumidos na Assembleia Nacional, como capacitação, formação e fortalecimento da presença crítica testemunhal e transformadora, junto aos doentes e trabalhadores da saúde em defesa da vida do povo e do próprio SUS, destacou Dom Roberto.

Na opinião do Bispo a saúde esta em processo de deteorização, desde a aprovação da Proposta de Emenda a Constituição (PEC 55, já vínhamos de um sub financiamento que nunca conseguiu aplicar o Projeto Lei de iniciativa popular “Saúde + 10”, porém agora o estrangulamento e a carência de dotação orçamentária piorou notoriamente.

Com isso temos o SUS funcionando a mingua e a saúde do povo num quadro muito crítico, com o retorno de velhas doenças e colocando em risco a expectativa de vida que tinha crescido em patamar bem razoáveis.

Após a fala do Dom Roberto, tivemos uma breve palestra sobre Seguridade social, que é o conjunto de Políticas Públicas, cujo fim é amparar e assistir o cidadão e sua família; é uma obrigação do estado que não impede outros órgãos, tais como ONGs, hospitais particulares, entre outros. Falou-se também da Previdência Social que constitui um fundo Público, responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões. Segundo a Constituição Federal (1988), a Previdência Social é um direito social, junto com a educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, etc. Existe para minimizar riscos sociais, de um indivíduo em não conseguir sustentar a si ou sua família, em decorrência de incapacidade que o impede de trabalhar; e lhe assegura pagamentos na ausência dos rendimentos do próprio trabalho. O fator previdenciário foi criado para desestimular as aposentadorias precoces. Pois a expectativa de vida ao nascer é de 75 anos, mas essa expectativa quando o indivíduo atinge a faixa de 54 anos sobe para 84 anos (segundo a previdência). Por isso é levado em conta a expectativa de vida ao se aposentar e não ao nascer.

Informações úteis: Telefone da Previdência 135
Site: www.previdencia.gov.br

Pastoral da Saúde