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ano

A Igreja no Brasil se prepara para a Campanha para a Evangelização, que acontecerá do Dia de Cristo Rei até o 3º Domingo do Advento. A iniciativa visa despertar os discípulos missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade com a sustentação das atividades pastorais no Brasil. Nesta edição, é proposto o tema “Cristãos leigos e leigas comprometidos com a Evangelização” e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14), em sintonia com o Ano Nacional do Laicato, que terá início no mesmo dia da Campanha.

 

Outro objetivo da Campanha é favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar os católicos do Brasil para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas.

 

Coleta

 

O gesto concreto da Campanha para a Evangelização é a Coleta do 3º Domingo do Advento. De acordo com a Comissão Episcopal responsável pela campanha, pretende-se com os recursos arrecadados neste ano apoiar as inúmeras iniciativas da Igreja no Brasil promovidas pelos cristãos leigos e leigas no serviço da evangelização, da dinamização das pastorais, na luta pela justiça social, nas experiências missionárias das Igrejas irmãs e na missão ad gentes.

 

A colaboração na Coleta será partilhada, solidariamente, entre as dioceses, que receberão 45% dos recursos; os 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que terão 20%; e a CNBB Nacional, que contará com 35% das contribuições.

 

No último dia 09 de abril, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu Nota Oficial “Pela vida, contra o aborto”. Os bispos reafirmam posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural” e, desse modo lembra condenam “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”.

 

cnbb-nota

 

“O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu”, sublinham os bispos.

 

Os bispos ainda lembram que “o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto”.  E afirmam: “A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade”.

 

Atitudes antidemocráticas

 

Na Nota, os bispos afirmam: “Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar”.

 

A CNBB pede: “O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado”. E conclama: as “comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana”.

 

Leia a Nota na íntegra:

 

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Presidência

NOTA DA CNBB

PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”

(Didaquê, século I)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural . Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.

O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início . Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.

A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência  e o arcabouço moral  do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo . As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores . O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis” .

O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo egoísta. ‘Indivíduo’ quer dizer ‘que não se pode dividir’. As mães, em vez disso, se ‘dividem’ a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer” .

Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar.

O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado.

Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente; “causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto” . São imorais leis que imponham aos profissionais da saúde a obrigação de agir contra a sua consciência, cooperando, direta ou indiretamente, na prática do aborto.

É um grave equívoco pretender resolver problemas, como o das precárias condições sanitárias, através da descriminalização do aborto. Urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil. Espera-se do Estado maior investimento e atuação eficaz no cuidado das gestantes e das crianças. É preciso assegurar às mulheres pobres o direito de ter seus filhos. Ao invés de aborto seguro, o Sistema Público de Saúde deve garantir o direito ao parto seguro e à saúde das mães e de seus filhos.

Conclamamos nossas comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana.

Neste Ano Mariano Nacional, confiamos a Maria, Mãe de Jesus, o povo brasileiro, pedindo as bênçãos de Deus para as nossas famílias, especialmente para as mães e os nascituros.

Brasília-DF, 11 de abril de 2017.

Cardeal Sergio da Rocha

 Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ

Arcebispo de São Salvador

Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo U. Steiner, OFM

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

 

“Todo aquele que der ainda que seja somente um copo de água fresca a um destes pequeninos, porque é meu discípulo, em verdade eu vos digo: não perderá sua recompensa” (Mt 10, 42).

 

DAR DE BEBER A QUEM TEM SEDE

 

A experiência da misericórdia torna-se visível pelo testemunho concreto. Sem a prática do Evangelho no cotidiano as palavras de Jesus ficam vazias. A humanidade precisa de misericórdia e compaixão. Vivemos em tempos de extremo egoísmo. Dar de beber a quem tem sede nos ajuda a romper as barreiras do egoísmo e do individualismo, é um pequeno gesto, mas de grande significado. Jesus no alto da cruz, disse: “tenho sede”, sabemos que a sede de Jesus é também a sede da humanidade. Sede de amor, justiça, perdão, solidariedade e de tudo aquilo que não gera vida em abundância.

 

Falar desta obra de misericórdia nestes tempos em que é tão fácil ter água na torneira parece sem sentido. Porém, dar de beber a quem tem sede é mais do que oferecer um copo d’água. Dar de beber a quem tem sede é uma obra individual, mas que tem repercussão social. Além de praticar a misericórdia, precisamos cuidar do nosso planeta que vive com escassez de água.

 

Evitar o desperdício e colaborar com a nossa “casa comum”. A água é uma das substâncias mais comuns em nosso planeta, cerca de 70% da superfície da Terra é coberta por água em estado líquido. A água não é apenas importante, mas indispensável para a vida humana, representando cerca de 60% do peso de um adulto. Um ser humano pode ficar semanas sem ingerir alimentos, mas passar de três a cinco dias sem ingerir líquidos pode ser fatal. Se recuperarmos as atitudes de misericórdia e compaixão entraremos na vivência essencial do Evangelho.

 

Temos uma bela experiência da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, que criou uma página em uma rede social: “Água para um irmão de rua”. Por ocasião da crise de água em São Paulo, os bares e restaurantes pararam de fornecer água aos moradores de rua em torno da Cracolândia. Com esta iniciativa, conseguiram muitas doações de garrafas de água para distribuírem todos os domingos, cerca de 400 litros de água aos moradores de rua que têm sede.

 

Diz o Papa Francisco na Carta Encíclica Laudato Si: “Na realidade, o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos”. (cf. LS n.30).

 

Ir. Ivani Costa

O Papa Francisco nos orienta que neste ano Santo da Misericórdia somos chamados a fazer a experiência de abrir o coração àqueles que vivem nas mais variadas periferias existenciais. Ele nos lembra das situações de precariedade e sofrimento presentes no mundo atual e faz o apelo para que nós, cristãos católicos, reflitamos sobre as Obras de Misericórdia Corporal e Espiritual.

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Neste ano, a Igreja sentir-se-á chamada ainda mais a cuidar das feridas, aliviá-las com o óleo da consolação, enfaixá-las com a misericórdia e tratá-las com solidariedade e atenção. Segundo o Documento de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, somos convocados a fazer da Misericórdia um “programa de vida”, como fez Jesus em sua vida.

Neste artigo vamos refletir sobre a primeira Obra de Misericórdia Corporal: “Dar de comer a quem tem fome”. O alimento é uma necessidade humana básica, se a pessoa não se alimenta, morre. Muitas Congregações Religiosas e Associações leigas nasceram com este carisma: socorrer os necessitados flagelados pela fome. Nessa época, não havia a consciência de que o problema da fome era estrutural, isto é, na organização da sociedade, uns acumulam para ter lucro e outros ficam sem nada, passando fome. Esta organização perversa da sociedade gera “ricos cada vez mais ricos à custa de pobres cada vez mais pobres”, como denunciou o Documento de Puebla nº 30.

A partir dessa análise, a Igreja percebeu que deveria trabalhar nas causas que geram a miséria e não apenas na consequência, que é alimentar os pobres. E passou de uma pastoral assistencial para uma pastoral mais promocional, orientando as pessoas assistidas a serem sujeitos da sua história e não apenas objeto da caridade. Atualmente, sabemos que as pessoas mais pobres são contempladas nos Programas de Transferência de Renda, como Bolsa Família e outros benefícios instituídos pela Política de Assistência Social. Contudo, ainda há muitos que não tem como garantir o direito à alimentação. Como refletimos no Evangelho de Mateus 25, Jesus ressuscitado se apresenta no rosto faminto.

Como pessoas de fé, sabemos que é a partir do encontro com o pobre e da solidariedade para com ele que podemos reconstruir a justiça que nos humaniza e nos faz viver a misericórdia. Portanto, dar de comer a que tem fome é um enorme gesto de compaixão, onde reconhecemos Jesus no faminto. Além de dar o necessário para saciar a fome, também somos chamados a resgatar a nossa própria pobreza lembrando que vivemos entrelaçados como os fios de uma teia, todos precisam de todos.

E que possamos rezar como Santa Faustina, humilde apóstola da Misericórdia: “Ajuda-me Senhor, para que meus olhos sejam misericordiosos, para que eu jamais suspeite ou julgue segundo as aparências, mas que busque o belo”.

Ir. Ivani Costa

O Papa Francisco proclamou este ano como Ano Santo da Misericórdia. A Bíblia nos apresenta Deus como Misericórdia e nossa vocação cristã é viver misericordiosamente. Mesmo se a compaixão e a misericórdia estão presentes muitas vezes em nosso cotidiano, neste ano, somos chamados a renovar nossa vida para que ela seja mais intensa e misericordiosa. A misericórdia é a luz e a chave de nossa vida tão preciosa e frágil e de nosso planeta tão vulnerável. As consequências práticas do Jubileu da Misericórdia são imensas: que se eliminem as dívidas injustas das pessoas e dos países explorados, que se abram as fronteiras aos imigrantes, que abramos as portas da misericórdia e os corações à esperança, que caminhemos guiados pela ternura das entranhas de misericórdia e a libertação para os que vivem oprimidos.

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O Papa Francisco também nos recorda, em sua Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que devemos praticar as Obras de Misericórdia. Segundo a tradição da Igreja, temos as Obras de Misericórdia Corporais (materiais), que são: Dar de comer aos que têm fome, dar de beber aos que têm sede, prover os que não têm o que vestir, acolher o estrangeiro, assistir os doentes, visitar os presos e sepultar os mortos. E as Obras de Misericórdia Espirituais: Ajudar os que têm dúvidas, ensinar os que não sabem, aconselhar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as injustiças e rezar a Deus pelos vivos e mortos.

Estas ações são simples, carregadas de amor, nos abrem à graça de Deus, como nos lembra Santa Faustina em seu diário espiritual: “O Amor é a flor e a Misericórdia é o fruto”.

Sabemos que na nossa sociedade contemporânea precisamos atualizar as Obras de Misericórdia, para que os nossos gestos favoreçam a inclusão e a dignidade das pessoas. Por isso, nós vamos continuar refletindo sobre as Obras de misericórdia nos próximos Informativos para sentirmos a alegria do Jubileu da Misericórdia.

“A prática diária da misericórdia nos deixará mais humildes e respeitosos em relação aos outros, e nos deixará mais confiantes em Deus, certos de que também nós mesmos precisamos contar com a misericórdia de Deus”. (Cardeal Odilo Scherer).

Ir. Ivani Costa

Já foi divulgado o calendário oficial do Jubileu da Misericórdia, que terá início no dia 8 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro.
Este será um ano extraordinário, já que os anos jubilares acontecem a cada 25 anos. A celebração do Ano Santo deve ser para todos os católicos um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus e uma experiência viva de proximidade com o Pai, diz o Santo Papa em sua carta com o motivo do Ano da Misericórdia, leia mais aqui.
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A abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo será feita alguns dias depois, em 13 de dezembro. Já a abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior, será feita no primeiro dia do ano de 2016, único evento previsto para o mês de janeiro.
Em fevereiro, o destaque é para o Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada, e o Jubileu da Cúria Romana.
No mês de abril, o Papa convocou o Jubileu dos adolescentes, de 13 a 16 anos, no Domingo de Páscoa.
Em junho, será a vez dos Doentes e das Pessoas com deficiência celebrarem o seu Jubileu.
Os jovens celebrarão seu Jubileu em Cracóvia, na Polônia, na Jornada Mundial da Juventude, em julho.
Setembro será o mês dos catequistas. Outubro, o Jubileu Mariano.
A novidade, em novembro, é o Jubileu dos Presos, na Praça São São Pedro, no dia 6.
Também em novembro, no dia 13, haverá o fechamento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. E no dia 20, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o fechamento da Porta Santa na Basílica de São Pedro e a conclusão do Jubileu da Misericórdia.
Fonte: Rádio Vaticano

 

PARTICIPE!!!

Em nossa Diocese a solenidade de abertura da Porta Santa será realizada por nosso Bispo Dom Edmilson na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Praça Tereza Cristina, dia 12 de dezembro ao meio-dia. Já em nossa Paróquia a solenidade será na Igreja Nossa Senhora de Fátima, dia 13 de dezembro às 19h.